PICÃO-DA-PRAIA

PICÃO-DA-PRAIA

PICÃO-DA-PRAIA
(Plumbago littoralis, Melampodium divaricatum).
 
 
FAMÍLIA: Compostas.
 
OUTROS NOMES: Carrapicho-da-praia, salsa-da-praia.
 
DESCRIÇÃO: Planta herbácea, rasteira. Haste empubescida. Folhas
opostas, formando ramalhetes em diversos pontos da haste, isto é, em diversos pontos que emitem raízes adventícias. As folhas são, outrossim, simples, glabras, trapeziformes, e marcadas de grossos dentes no ápice. Inflorescência em pequenas calátides axilares, de até 20 flores cada. Flores de cálice tubuloso, monofilo, e com corola de tubo monopétalo, de cor branco-amarelada. Fruto monospermo, alongado.
 
USO MEDICINAL: Planta útil nas flatulências acompanhadas de cólicas do estômago e intestino, nas afecções do peito, na tosse, no reumatismo articular e muscular, nas palpitações, nas vertigens, nas erisipelas, na icterícia, na anúria.
Dá bom resultado contra o impaludismo. Atalha as febres palustres e qualquer outro tipo de febre.
“Também na gripe como na tosse e nas febres palustres”, afirma o Dr. J. Monteiro da Silva, “o chá de picão-da-praia é indicado com real proveito; sobretudo no impaludismo é de efeito seguro. No norte do Estado do Rio é a planta mais aconselhada e a de melhor efeito nas febres de qualquer natureza. Na zona paludosa deve ser usada a sua infusão como bebida para prevenir qualquer acesso de impaludismo. Como bom diurético, é também útil nas gonorréias.”
 
PARTE USADA: Folhas por infusão.
 
DOSE: Normal. 

Programa Saúde Total

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