CARNAÚBA

CARNAÚBA

 CARNAÚBA

(Corypha cerifera, arrudaria cerifera, Copernicia cerifera).
 
 
FAMÍLIA: Palmáceas.
 
OUTROS NOMES: Carandaí, coqueiro-carandá. 
 
DESCRIÇÃO: É uma palmeira que vegeta nos terrenos arenosos. Flores monóicas, em grande número, pequeníssimas. “A flor consta de dois cálices: um exterior, verde, formado por três folíolos de pouca extensão, outro interior, de cor variável, em forma de corola, contendo um tubo curto, infundibuliforme, com três divisões na extremidade, e alternado com as do cálice exterior. O fruto desta palmeira é redondo e do tamanho de uma avelã. É de cor de azeitona no começo de sua maturidade e azul violeta, quase preto, quando está completamente maduro.” – Notas Sobre Plantas Brasileiras, pág. 110.
A carnaubeira foi com razão chamada a “árvore-providência”, pois dela tudo se aproveita. Com suas folhas se cobrem as habitações, se fazem cordas, sacos e chapéus, e delas se retira uma cera que tem numerosas aplicações: serve como isolante e entra na fabricação de vernizes, lubrificantes, discos de vitrola, ácido pícrico para a pólvora, etc. Seu caule fornece madeira para construções. Seu fruto, cuja polpa se aproveita para fazer doces, encerra um caroço de que se extrai um óleo. E sua raiz é usada como medicamento.
 
USO MEDICINAL: É vantajoso substituto da salsaparrilha. A raiz é diurética. Usa-se para combater a hidropisia, o reumatismo e a sífilis.
 
PARTE USADA: Raiz, por decocção.
 
DOSE: Normal ou mais forte, conforme o caso.


 


Programa Saúde Total

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