MARUPÁ-DO-CAMPO

MARUPÁ-DO-CAMPO

MARUPÁ-DO-CAMPO
(Simaruba versicolor, Simaruba brasiliensis, Simaruba parahyba).
 
 
FAMÍLIA: Simarubáceas.
 
OUTROS NOMES: Marapaí-do-campo, pau-paraíba, (Nordeste), mata-barata (Minas).
 
DESCRIÇÃO: Árvore pequena, de 4 a 5 metros de altura. Casca esbranquiçada. Madeira branca, leve, porosa. Folhas compostas, de 5 a 7 pares de folíolos laterais lanceolados, aveludados na face inferior, brilhantes na face superior. Inflorescência em pequenos cachos. Flores branco-esverdeadas. Frutos ovóides, comprimidos.
 
USO MEDICINAL: No sul do País emprega-se nas mordeduras de cobras.
No Norte costuma usar-se como emético na epilepsia.
O cozimento, em clisteres, é bom para expelir vermes intestinais. Cascas e raízes.
Topicamente aplicado dá bom resultado nas manifestações cutâneas, parasitárias.
A casca seca, reduzida a pó, e aplicada à cabeça, é boa para matar piolhos. Os frutos em pó têm o mesmo efeito.
A decocção da casca, principalmente das raízes, é drástica; usada mormente nas diarréias sanguinolentas.
A casca e os frutos também são usados como febrífugo.
Os frutos, reduzidos a pó, passam por anti-sifilíticos.
 
PARTE USADA: Casca, raízes, frutos.

DOSE: Uso interno – 5 a 10 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia. Clisteres – 20 gramas para 1 litro de água. Uso externo – 50 gramas para 1 litro de água.

  


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