CANA-DE-MACACO

CANA-DE-MACACO

CANA-DE-MACACO
(Costus pisonis, Costus spiralis, Alpinia spiralis).
 
 
FAMÍLIA: Zingiberáceas.
 
OUTROS NOMES: Cana-branca-do-brejo, também conhecida simplesmente por cana-do-brejo, cana-branca, cana-do-mato, caatinga.
 
DESCRIÇÃO: Planta herbácea. Haste erecta, até 2 metros de altura, verde-clara. Folhas espiraladas, invaginantes. Flores de cores diversas, em espiga terminal.
 
USO MEDICINAL: As folhas frescas se empregam em forma de cataplasmas para resolver tumores.
Usa-se o infuso das hastes (dose normal) nas afecções dos rins e da bexiga.
O suco desta zingiberácea é mucilaginoso, refrigerante e ligeiramente ácido. De há muito tempo vem sendo indicado nas dores nefríticas.
Empiricamente, emprega-se na assistolia (insuficiência cardíaca adiantada), na albuminúria, na hidropisia, na disúria, na arteriosclerose, na sífilis.
O suco das hastes velhas e das folhas é um poderoso diurético, usado nas gonorréias.
F. C. Hoehne informa que esse vegetal é empregado para vários misteres medicinais, como, por exemplo, “contra a gonorréia e as manifestações sifilíticas, em forma de decocto dos caules e rizomas, e também como emenagogo... e há quem assevere ser útil como estomáquico, aperitivo e diurético”.
 
 
PARTE USADA: Toda a planta.

Programa Saúde Total

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