ARREBENTA-CAVALOS

ARREBENTA-CAVALOS

ARREBENTA-CAVALOS
(Solanum arrebenta, Solanum aculeatissimum, Solanum agrarium).
 
 
FAMÍLIA: Solanáceas.
 
OUTROS NOMES: Melancia-da-praia (Pernanbuco), baba (Bahia), mingola (Alagoas).
 
DESCRIÇÃO: Erva espinhosa, cujos ramos se elevam até uns 50 cm. Haste e folhas cheia de espinhos. Folhas pecioladas, lobadas, relativamente grandes. Flores reunidas em pequenos grupos, formando estrelas verde-amareladas. Fruto perfeitamente esférico ou algo achatado na base, aderente ao cálice, pálido e marcado com traços verde-escuros; quando maduro é amarelo ou vermelho. Contém uma massa branca, prateada, semi-esponjosa, muito doce, e muitas sementes reniformes.
F. C. Hoehne, em sua obra “Plantas e Substâncias Vegetais Tóxicas e Medicinais”, pág. 256, alega que as crianças comem a casca “sem dano para si”. E acrescenta que, “se existem princípios tóxicos, os mesmos devem existir nas sementes”.
M. Penna, em seu livro “Notas Sobre Plantas Brasileiras”, pág. 417, diz: “Os cavalos, quando comem os frutos, morrem; e as vacas, se não morrem, transmitem pelo leite todas as propriedades tóxicas.
 
USO MEDICINAL: Emprega-se exteriormente para fazer desaparecer os panos (manchas) da pele; na urticária também se aplica.
 
PARTE USADA: Frutos.

  


Programa Saúde Total

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