COMO PREVENIR A DOENÇA DE ALZHEIMER

COMO PREVENIR A DOENÇA DE ALZHEIMER

 COMO PREVENIR A DOENÇA DE ALZHEIMER

           

            “Esquecimento é quando a gente não sabe onde deixou a chave do carro. Alzheimer é quando a gente encontra a chave, mas não sabe para que serve.” (MOACYR SCLIAR, 2000).

O mal de Alzheimer é uma patologia atual e podemos dizer a “doença do século”. É uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, e quase todas as suas vítimas são pessoas idosas entre 60 e 65 anos.

Uma dentre muitos tipos de demências existentes destaca­se a demência provocada pela Doença de Alzheimer. A Doença de Alzheimer é uma doença que mata as células do cérebro lenta e progressivamente causando a perda da memória, como também das funções cognitivas (orientação, atenção e linguagem), trazendo sofrimento intenso e infelizmente a morte do portador. A causa do Alzheimer é desconhecida, mas seus efeitos deixam marcas fortes no paciente. Os cientistas já conseguiram identificar um componente genético do problema, só que estão longe de uma solução. Muitas vezes, os sintomas mais comuns, como a perda da memória e distúrbios de comportamento, são associados ao envelhecimento. A família do idoso precisa estar atenta, pois é preciso diferenciar o esquecimento normal de manifestações mais graves e frequentes, que são sintomas da doença. 

Considera-se importante que a doença ainda é marcada pela falta de conhecimento e pela crença de que alguns sintomas que são naturais do processo do envelhecimento. Consequentemente ocorre o reconhecimento e busca tardios trazendo com isso graves consequências ao portador e à família. Observa-se que muitos negligenciam a prevenção por acharem que nunca ou ninguém que conheçam será vítima deste problema.

Exercitar a mente é um importante exercício no combate aos efeitos do Alzheimer. Estudos apontam para o fato de que pessoas com o maior tempo de estudo são menos propícias a desenvolverem o mal. Isso por que quanto mais se usa o cérebro, mais neurônios são criados os quais fornecem uma grande reserva à medida que envelhece. Existem algumas atividades que podem ser feitas para se exercitar o cérebro:

 

 

 

v  Leia, leia, leia e leia mais um pouco!

 

v  Mude sua rotina diária.

 

v  Use o relógio de pulso no braço contrário.

 

v  Ande pela casa de trás pra frente.

 

v  Tome banho de olhos fechados.

 

v  Memorize a placa de seu carro.

 

v  Aprenda um novo idioma. Desafie-se!

 

v  Aprenda a tocar algum instrumento musical.

 

v  Faça sempre palavras-cruzadas.

 

v  Durma do lado oposto da cama.

 

v  Escreva algo com mão não dominante.

 

v  Memorize datas comemorativas.

 

 

v  Memorize aniversários, listas, telefones.

 

v  Veja fotos de cabeça pra baixo.

 

v  Mude suas rotas até seu destino!

 

v  Escove os dentes com a outra mão.

 

v  Troque as coisas de lugar.

 

v  Antes de comer, olhe bem para o alimento, toque e preste atenção nos sons que ele emite ao ser cortado.

 

v  Saia de casa e conheça novos lugares.

 

v  Exercite-se e entre em contato com a natureza!

 

Dicas Naturais

Casca de Romã:

Uma pesquisa realizada na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, em Piracicaba, descobriu que a casca da romã pode prevenir o surgimento do Alzheimer. Os cientistas identificaram uma enzina na fruta que tem atuação específica na prevenção da doença, além dela possuir uma elevada quantidade de antioxidantes. "Esse nutriente é conhecido por combater os radicais livres, ação que ajuda a diminuir a perda degenerativa, protegendo contra o Alzheimer e outras demências", afirma a nutricionista Érika Suiter, do Hospital Sírio Libanês. É importante ressaltar que apenas o consumo contínuo da casca de romã pode trazer esses benefícios, já que ele são percebidos em longo prazo. Os cientistas estão estudando uma forma de transformar a casca de romã em pó, para colocá-la em cápsulas, mas você pode consumi-la na forma de suco.

Receita: Bate as cascas lavadas e bem cortadas de uma romã no liquidificador com 1 litro de suco.

 

 

Frutas roxas e vermelhas:

Comer uma ou duas porções por dia de amoras pretas, ameixas, uvas ou mirtilos pode ajudar no combate ao Alzheimer, Parkinson e até câncer. A conclusão faz parte de um estudo feito na Universidade de Manchester, no Reino Unido, e publicado no periódico Archives of Toxicology. De acordo com os cientistas, o responsável por esse benefício é o polifenol, um poderoso antioxidante. Outro trabalho, desenvolvido pelo Salk Institute for Biological Studies, na Califórnia (EUA), constatou que um flavonoide chamado fisetina, presente nas frutas vermelhas, estimula a área do cérebro responsável pela memória de longo prazo e o protege de doenças degenerativas como o Alzheimer e a esclerose múltipla. "Essa substância é capaz de desencadear um processo que permite que as memórias sejam armazenadas no cérebro com mais facilidade e que o cérebro estabeleça conexões mais fortes entre os neurônios", diz o nutrólogo Roberto. O especialista afirma que o morango é a fruta vermelha que mais contém fisetina.

Receita: Utilizar estas frutas no café da manhã.

 

 

Colaboração de:

Miciany Freitas Nascimento


Programa Saúde Total

Levando informações aos ouvintes sobre saúde e qualidade de vida, valorizando os benefícios da natureza: ar puro, atividade física, água, luz solar, alimentação, repouso, abstinência e muito mais.